sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

GOVERNADOR APOIA AS OSS NA SAÚDE - LEIA E ENTENDA-

Ventinha
Sou a favor as OSS (organizações sociais em saúde). Porque votei na lei federal em 1988. Como também da boa gestão por resultados pelo SUS.   O modelo Sara me encanta. O pessoal trabalha em regime de dedicação  exclusiva, metas e resultados. Do funcionamento do Hospital de Barretos. E de outros tantos também. 
O que interessa ao povo é o bom atendimento. Chegar ao hospital e ser atendido como cidadão – humanamente. 
O que se vê em RONDONIA é um medo da inovação por alguns grupos, que espalham terror por toda parte, muita desinformação e que teimam a manter um modelo completamente falido, que é o existente atualmente. Caro e ineficiente. 
Eu não posso concordar com isto. Quero implantar no Estado uma rede de saúde que resolva. As formas são variadas. A minha proposta é um plus de modelos que se descortinam como possíveis de serem empregados e avaliados: gestão pública Ypor resultados, as organizações sociais, gestão compartilhada, empresa publica (recentemente aprovada na Senado e que breve será sancionada pela Presidente Dilma) e parcerias diversas. 
A terra é redonda. Antes de Galileu ela era considerada quadrada. O sol é o centro do universo, antes de Copérnico não era. A teoria da evolução natural é correta, mas, até hoje tem adversários. O homem foi a lua, mas, tem gente que não acredita. Da mesma forma tem gente que teme perder a zona de conforto. O seu jeito comum e costumeiro de ser. Onde tudo, mesmo que venha para melhorar, pode parecer uma ameaça. 
Baixem as armas. Confiem em mim. A saúde de RONDONIA precisa melhorar. Temos que sair do noticiário nacional, dando a volta por cima.
 Quem ganha com o caos? 
Ou manter tanta bandalheira como vem se arrastando no Estado como um cancro perverso a nos corroer o corpo e a alma? E toda uma trama infernal de interesses escusos, sorrateiros, antipatrióticos que fervilha por baixo como fogo em monturo? 
Eu já disse varias vezes: a saúde em RONDONIA tinha dono. E ainda tem ramificações que precisam ser extirpadas. Gente que enriquece com a desgraça alheia, que controla a compra com mãos invisíveis e poderosas, que trama por não se licitar em campo aberto. São os vampiros das noites, que sangram enquanto a vitima dorme. 
Esta é a realidade. Quem deve gerir a Saude nesta transição não deve ser um belo e competente Sanitarista, ele virá depois, mas, um linha-dura, mais ou menos com um perfil de um interventor com plenos poderes – como aqueles que são contratados para recuperar massas falidas. 

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